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segunda-feira, 11 de novembro de 2019

GANDHI E LULA, AÇÚCAR E SAL


Mohandas Karamchand Gandhi, ou simplesmente Gandhi, nascido aos 2 de outubro de 1869, morreu pelas mãos covarde de um nacionalista hindu, quando se preparava para orar numa manhã do dia 30 de janeiro de 1948. Uma arma de fogo calou a voz do homem mais justo da história da Índia. Ao contrário de Lula, homem de pouquíssimas letras, Gandhi foi um advogado, que se especializou em ética política indiana. Enquanto Lula lutou para mudar a Lei do Brasil visando se libertar das grades, após condenado em Segunda Instância por corrupção, Gandhi lutou para mudar as leis do Império Inglês que tratavam os povos indianos e africanos como escravos, em seus próprios países. A segregação racial era tão forte, que nenhum indiano ou africano podia andar nas calçadas das ruas ou viajar na primeira classe dos trens, mesmo se fosse rico, haviam indianos ricos de famílias que eram ricas antes da colonização inglesa e conseguiram se manter ricos. Gandhi, no entanto, morreu pobre, consumia o mínimo para sobreviver e ainda fabricava as próprias vestimentas. Gandhi foi preso várias vezes por pregar a resistência pacífica contra o autoritarismo violento do Reino Inglês. Lula foi preso uma vez por baderna na década de 1970, e acaba de se libertar da prisão por lavagem do dinheiro da roubalheira em associação com empreiteiras e banqueiros desonestos. Gandhi era nacionalista, anticolonialista que, através da resistência sem violência, conseguiu mudar as leis imperiais e conduziu a Índia à independência. Lula é um capitalista primitivo que acumulou capital, matando doentes por falta de verbas nos hospitais e condenando crianças ao tráfico de drogas por falta de vagas nas escolas. Além de contribuir com assaltos e homicídios por falta de policiamento ostensivo. A corrupção fez os preços da gasolina e da eletricidade aumentar e disparou todos os preços, fez a Petrobrás quase falir. Bolsonaro apenas com honestidade está fazendo as estatais terem muito lucro e está recuperando a economia.
Nascido e criado em uma família hindu no litoral de Guzerate, Oeste da Índia, e formado em direito no Inner Temple de Londres, Gandhi empregou pela primeira vez a desobediência civil não-violenta como advogado expatriado na África do Sul, na luta da comunidade indígena pelos direitos civis. Após seu retorno à Índia em 1915, ele começou a organizar camponeses, agricultores e trabalhadores urbanos para protestar contra o imposto sobre a terra e a discriminação excessiva. Assumindo a liderança do Congresso Nacional Indiano em 1921, Gandhi liderou campanhas nacionais para várias causas sociais e para alcançar o Swaraj ou Governo Independente.
Ao exemplo de Bolsonaro que está resgatando o Brasil das garras macabras da corrupção sistema nos três poderes, Gandhi resgatou a Índia da exploração social e econômica do povo indiano pelos ingleses.
Gandhi levou os indianos a desafiar o imposto salino cobrado pelo império, com a Marcha do Sal, de 400 km, em 1930, e também ensinou os indianos a produzirem sal e distribuir entre os pobres, a produção de sal era monopolizada pelos ingleses.
Lula, que tem um discurso de conceitos embutidos, que hipnotiza as massas, neste sentido não era muito diferente de Gandhi, que também usava um discurso embutido nas pregações religiosas, para manipular a massa e mobilizar o povo no conflito em função da independência. O bandido brasileiro se distancia do Mártir Indiano, que está para a doçura do açúcar, enquanto Lula está par a amargura do sal. O preço que nós, os trabalhadores estamos pagando pela roubalheira do PT e seus aliados: MDB, PSDB e os nanicos de esquerda é incalculável. Os fundos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), hoje são usados para cobrir o rombo no BNDES, que aconteceu pelo tráfico de influência do criminoso Lula nos países abaixo relacionados. Muitos desses países não estão pagando a dívida e nós os trabalhadores é que somos penalizados, mais uma vez com o desemprego e a fome causada pelo bandido Lula, que devido ao atrelamento com parte majoritária do STF conseguiu comprar licitude. Segundo Gilmar Mendes ainda está supostamente à venda a lavagem da sua ficha mais suja que poleiro de pato para concorrer com Bolsonaro em 2022. Inacreditavelmente tem petista que compara Lula ao Deus Jesus Cristo, outros são menos insanos e comparam ao Gandhi, que libertou o povo indiano das garras diabólica dos ingleses. Lula se compara a Gandhi na mesma proporção em que o açúcar se compara ao sal, ou seja, em nada. Quando algum petista sem noção vier lhe falar dessa comparação totalmente sem sentido, manda ler meu artigo e se divirta com a insanidade de uma esquerda, que confunde suas loucas fantasias com a realidade. Mas, os milhões de Bolsonaristas foram às ruas e mostraram que a esperança de mudança ainda está viva em nossos corações.
PAÍSES QUE LEVARAM O DINHEIRO DOS NOSSOS EMPREGOS
Angola 3 bilhões e 273 milhões de dólares, Argentina 2 bilhões e seis milhões de dólares, Venezuela 1 bilhão e duzentos e quinze milhões de dólares. República Dominicana um bilhão e duzentos e quinze milhões de dólares. Equador 685 milhões de dólares. Cuba 656 milhões de dólares, Peru 348 milhões de dólares, Gana 154 milhões de dólares, México 90 milhões de dólares, Paraguai 77 milhões de dólares, Honduras 59 milhões de dólares, Costa Rica 43 milhões de dólares e Uruguai 31 milhões. No tempo da Cleptocracia do PT, parte desse dinheiro era embolsado por Lula e os membros bem-sucedidos de sua Organização Criminosa.

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

UMA SÉRIE DA NETFLIX PARA QUEM DESEJA SER CANDIDATO A VEREADOR OU PREFEITO EM 2020


Ben Platt interpretando Peyton Hobart, na série The Politician da Netflix. Um jovem ambicioso vive o complexo de édipo com a mãe adotiva, numa família bilionária. Sua meta é ser presidente dos EUA, não importando os meios, que sejam justificados por essa grande finalidade. Já tinha preparado tudo até os principais assessores e a futura primeira dama. Mas antes vai ser expulso de casa e viver de música em Nova Iorque conhecendo o submundo do álcool, viajar de taxi e morar numa republica experimentando a vida pobre nova-iorquina. Até que reacende o sonho de ser presidente rejuntando todas as peças do quebra cabeça simbólico, psicanalítico lacaniano.
Por ser a primeira série de Ryan Murphy na Netflix, The Politician, vai ter que mostrar a essência de sua obra. Como não poderia deixar de ser, seguindo uma tradição da Netflix o personagem principal vive uma fantasia gay no plano do imaginário, nomeada numa cadeia simbólica, onde os significantes fluem qual cachoeira num diálogo insano com o amigo imaginário que havia se suicidado. Como diria Lacan, a estruturação dos significados nessa cadeia simbólica, fica por conta da nossa imaginação, comprovada na fala do protagonista: “o real é a verdade que você acredita”. A morte do adversário e quase namorado impõe outra situação na disputa com esse bissexual pelo Grêmio Estudantil, quando a namorada do falecido assume a chapa adversária. Peyton influenciado por sua namorada e uma amiga acaba conspirando com a lésbica que era vice na outra chapa, após sua titular fingir um sequestro para viver uma temporada de muito sexo em Nova Iorque, com um cara pobre e marginalizado.
Showrunner mais poderoso (e prolífico) do momento, Murphy tem em seu currículo séries bem sucedidas e díspares quanto Glee, American Horror Story, Pose, American Crime Story, Feud: Bette and Joan e Nip/Tuck. The Politician é uma mistura de tudo isso. “Ryan queria que essa série mostrasse ao público a essência de sua obra”, diz o protagonista da trama, Ben Platt, em passagem por São Paulo para promover The Politician.
Várias realidades paralelas desnudam os fragmentos do real em pleno contraste entre riqueza extrema e pobreza absoluta, mostrando as mobilidades possíveis de ambas no plano do Sonho Americano de poder e prosperidade capitalista. A mãe adotiva rica despreza os filhos gêmeos do marido bilionário para se dedicar quase que exclusivamente ao filho adotivo, que era mais próximo de seu passado de moça pobre, que se casou com homem rico por interesse. Embora tivesse acesso à fortuna de sua família adotiva, Peyton Hobart queria chegar à Universidade de Harvard por méritos próprios sem se valer de sua fortuna. Queria ser presidente dos EUA sem macular sua imagem com práticas que pudessem ser reveladas no futuro destruindo seus sonhos. Enfim, essa séria parece mais um curso de marketing político para iniciantes. Vale a pena ser vista para quem deseja ser candidato a prefeito ou vereador no ano que vem.


segunda-feira, 22 de julho de 2019

CRIMES CONTRA A LAVA JATO E SÉRGIO MORO PARA LIVRAR LULA DA CADEIA


Essa matéria foi copiada do Blog Agora Paraná. O link se encontra no final da página. Estou reproduzindo no meu blog devido à gravidade dessa denúncia para a Democracia e Soberania da nossa Nação.  
A trilha do Hacker do Intercept Brasil nos levou ao inferno do The Intercept Brasil, a parte mais obscura da internet, mesmo local onde terroristas nesta semana ameaçaram de morte o presidente Jair Bolsonaro e a Ministra Damares Alves. Mais do que isso, fizemos a trilha. Uma fonte que não será revelada neste momento nos deu o mapa e os caminhos percorridos pelo hacker do Intercept e vamos mostrar passo a passo para você. O objetivo desta reportagem não é buscar um furo jornalístico, apenas trazer a verdade até porque essa informação está em um ambiente público no site The Intercept, mas revela, de forma inequívoca, que Greenwald tem pronta uma plataforma criminosa, seria semelhante a ser o motorista do carro de um assalto a banco.
Greenwald mantém um site secreto na Deeb Web e um manual de como cometer crimes. Pior, ele ensina com detalhes como não ser pego por agentes e cometer vazamentos de documentos públicos, dessa forma, se torna cúmplice de um dos crimes virtuais mais emblemáticos da história do Brasil. O ambiente rasteiro do Intercept não deixa rastros. O jornalista tem o sigilo da fonte, mas não pode se envolver nos crimes e neste caso, Greenwald é parte dele. Há um mês investigando os crimes explícitos do site The Intercept Brasil e de Glenn Greenwald, depois de gravar os jornalistas do site na cafeteria Starbucks em São Paulo, furar o bloqueio no Senado, de forma legal, e gravar Greenwald e seu marido David Miranda após a sabatina em Brasília e obter a confissão em que o fundador do site admite a veracidade dos áudios gravados em que Leandro Demori, editor executivo, admite a adulteração dos diálogos de Moro e de membros da Lava jato, a reportagem fez o caminho do Hacker e descobriu um ambiente perigoso, que passa distante do jornalismo, mas se utiliza-se dele para cometer crimes em parceria com bandidos, que podem se identificar apenas com codinomes.
Foi por lá que o Hacker do Intercept enviou os dados roubados de Moro e da Lava Jato. Leandro Demori, editor executivo do site, já admitiu a participação de um hacker. Sem saber que estava sendo gravado, ele disse para uma colega “O hacker não veio hoje”, em uma redação improvisada na Starbucks do Anhembi no dia 28 de junho. O jornalista Oswaldo Eustáquio, que assina esta coluna, mergulhou no inferno virtual mantido pelo Intercept na Deep Web e percorreu o caminho do hacker. "O endereço secreto onde pode ser executado o manual de crimes editado pelo Intercept é este: http://intrcept32ncblef.onion/?l=pt_BR Qualquer pessoa pode ter acesso ao inferno do Intercept, mas eles avisam que seu endereço ficará registrado e dão dicas de como cometer crimes de vazamentos. Eles orientam o criminoso a se dirigir a uma cafeteria e baixar no computador um navegador que esconde o endereço IP da máquina, o Thor. Veja um trecho do inferno do Intercept: “Conecte o seu computador pessoal a uma rede Wi-Fi que não esteja associada a você ou a seu empregador, como em uma cafeteria, por exemplo. Baixe o Navegador Tor. (O Tor permite que você fique on-line sem revelar seu endereço IP aos "sites que você visita.) Dentro do Tor, acesse o nosso servidor com SecureDrop no endereço http://intrcept32ncblef.onion/?l=pt_BR. Este é um tipo especial de URL que só funciona no Tor. (Importante: não digite essa URL em um navegador que não seja Tor. Ela não funcionará – e sua tentativa ficará registrada.) Então, siga as instruções para enviar sua mensagem ou fazer o upload de documentos. ”
Greenwald orienta que o crime não pode deixar rastros. O site fundado pelo americano diz ainda que o produto do crime pode ser enviado pelo correio, mas alerta que investigadores podem seguir os rastros. Veja.
Lembre-se que, analisando os pacotes, investigadores podem ter acesso a evidências sobre sua identidade, como amostras de sua letra ou até mesmo suas impressões digitais, antes que seu pacote chegue até nós.
A partir deste fio de novelo, descobrimos também com provas irrefutáveis, que Greenwald é cúmplice deste hacker, pois mantém um manual ensinando como cometer crimes no Brasil e vazar as informações através de um ambiente hostil, pirata, a Deep Web, mesmo ambiente onde reina a pedofilia, venda ilegal de armas de fogo e os crimes mais bizarros da história da humanidade.
O cerco está apertando para Glenn Greenwald, do The Intercept Brasil. Após seis semanas de crime em curso, se utilizando de mensagens roubadas por um hacker que invadiu dados do Ministro da Justiça da República Federativa do Brasil, Sérgio Moro e de membros do Ministério Público Federal, a reportagem realizada em parceria pelo portal Renews, República de Curitiba e Agora Paraná, comandada pelo jornalista Oswaldo Eustáquio, que assina está coluna, fez o caminho do hacker da Intercept Brasil.
O manual do crime, confira na íntegra como Greenwald ensina como vazar documentos e dá ferramentas para isso. Um dos princípios fundadores do Intercept é que a denúncia é vital para responsabilizar instituições de poder. O começo da nossa história está, em parte, relacionado às revelações feitas por Edward Snowden sobre espionagem digital ao redor do mundo. Por isso, estamos muito comprometidos com a publicação de reportagens baseadas em informações confidenciais, relevantes e de interesse público.
Então, tanto no setor público quanto no privado, se você ficar sabendo de qualquer comportamento que acredita ser antiético, ilegal ou prejudicial ao interesse público, considere compartilhar suas informações conosco de forma segura. Nossos repórteres trabalham junto com especialistas em segurança digital e advogados para minimizar o risco de exposição nas apurações mais sensíveis. Se você quer nos contar algo ou nos enviar algum tipo de documento ou informação, siga as nossas orientações para se comunicar de forma segura com os repórteres do Intercept. O canal a ser usado depende de suas circunstâncias pessoais, do tipo de informação a ser compartilhada e do nível de risco envolvido.
Confira na íntegra, o manual do crime produzido pelo Intercept.
Se você deseja se comunicar conosco de maneira anônima, pode usar um canal chamado SecureDrop. Com esse servidor, é possível enviar mensagens ou materiais confidenciais para nossos repórteres sem revelar a sua identidade, e nós podemos responder os seus contatos. Como os metadados de nossa correspondência – informações sobre remetente e destinatário e horários das mensagens – não estão disponíveis para terceiros, esse canal é muito seguro.
Veja como usar:
Conecte o seu computador pessoal a uma rede Wi-Fi que não esteja associada a você ou a seu empregador, como em uma cafeteria, por exemplo. Baixe o Navegador Tor. (O Tor permite que você fique on-line sem revelar seu endereço IP aos sites que você visita.)
Dentro do Tor, acesse o nosso servidor com SecureDrop no endereço http://intrcept32ncblef.onion/?l=pt_BR. Este é um tipo especial de URL que só funciona no Tor. (Importante: não digite essa URL em um navegador que não seja Tor. Ela não funcionará e sua tentativa ficará registrada.) Então, siga as instruções para enviar sua mensagem ou fazer o upload de documentos.
Abra o Signal e toque no ícone da caneta (no canto superior direito no iPhone, e na parte inferior direita no Android) para iniciar uma nova mensagem. Digite nosso número de telefone — (21) 97672-8175 — na caixa de pesquisa. Em seguida você pode nos enviar uma mensagem criptografada via Signal. É bom que você tome alguns cuidados – por exemplo, deixar o seu telefone sempre bloqueado e configurar o Signal para não exibir o conteúdo das mensagens na tela inicial. Neste guia tem outras dicas para garantir a sua segurança enquanto usar o aplicativo.
Se você usar seu celular para nos enviar uma mensagem ou nos ligar pelo Signal, nós saberemos seu número de telefone. É sempre melhor para o nosso processo de reportagem saber a identidade da fonte, mas podemos mantê-la confidencial. O Signal também saberá que você nos contatou, mas esses metadados não ficam registrados. Você também pode usar o mesmo número para entrar em contato via WhatsApp, mas a nossa indicação é o Signal.
E-MAIL:
Se você não tem motivos para se preocupar em revelar sua identidade, pode entrar em contato com nossos jornalistas por e-mail. Isso pode ser feito individualmente ou no e-mail dicas@theintercept.com. Se desejar, você também pode enviar seu e-mail usando criptografia PGP (o e-mail e a chave pública PGP de cada jornalista é informada na página de perfil da equipe – mas tenha em mente que ainda haverá metadados, porque seu servidor de e-mail registrará a troca.
CORREIO:
Se você não quiser se comunicar conosco de forma recíproca, pode optar por nos enviar suas informações pelos Correios. Lembre-se, no entanto, que os Correios têm acesso a tudo que é enviado. Por isso, procure fazer a postagem em uma caixa de coleta disposta em local público dos Correios ou a partir de uma agência que não seja próxima de sua casa ou do seu trabalho. Faça o envio na modalidade Carta Simples, que não exige a identificação do remetente. Lembre-se que, analisando os pacotes, investigadores podem ter acesso a evidências sobre sua identidade, como amostras de sua letra ou até mesmo suas impressões digitais, antes que seu pacote chegue até nós.
Além disso, informações contidas em papéis impressos também podem revelar a origem deles (algumas impressoras imprimem pontos de rastreamento justamente para ajudar a identificar a origem dos documentos). Envie cartas ou pacotes para:
Caixa Postal 15.120 Rua das Marrecas, 48 Centro, Rio de Janeiro, RJ CEP: 20031-120.

quinta-feira, 4 de julho de 2019

The Intercept do ativista gay Glenn Greenward e seu comparsa Glauber Braga do PSOL juntos contra a Lava Jato


A Revolução Francesa de 1789, data que marca início da Idade Contemporânea foi de onde veio o termo Direita e Esquerda, dois polos em debate na política brasileira em torno da guerra contra a Lava Jato e o Ministro Sérgio Moro, humilhado por corruptos no Congresso Nacional.
Na França a luta era contra o Antigo Regime, que representava a velha ordem, uma sociedade com enormes privilégios aos membros da Igreja e a nobreza, que era dividida em estamentos ou grupos sociais fechados, onde cada um deveria viver conforme as normas de seu grupo. O povo, aqui representado pelos camponeses, os artesões e os comerciantes, que eram habitantes dos Burgos, periferia fora das muralhas protegidas da cidade, pagava o banquete. Os três Estados, como ficou conhecido foi a união da Igreja e da Nobreza sustentados pelo povo através dos impostos. Na medida em que os burgueses foram acumulando capital, passaram a demandar poder político defendendo a liberdade, o direito à livre expressão de ideias, e a igualdade entre os homens. No plano da livre iniciativa defendiam a redução do controle do estado sobre a produção e exportação com o lema: “deixa fazer, deixa passar”. A redução do Estado ao mínimo tem aqui sua gênese.
Os intelectuais dessa esquerda revolucionária fundaram jornais, onde formavam uma nova opinião em torno da desconstrução desse sistema político injusto. O Boca de Ferro foi um desses jornais, que manipulou as massas em função da rejeição à monarquia e o clero. Direita e Esquerda representavam o espaço físico e ideológico dos Girondinos e Jacobinos.
Na Convenção (1792 - 1795), os girondinos, foram instalados do lado direito do plenário junto ao grupo da Montanha, composto de 24 deputados de Paris e outros. Na esquerda ficaram os jacobinos, que eram pequeno-burgueses ainda muito ligados às suas origens rurais e pobres, pouco cultos, com pensamentos políticos e sociais radicais (queriam o extermínio dos nobres) e sua aristocracia. Em um clima dominado pela guerra civil, Robespierre, da Esquerda, com apoio dos sans-culottes (proletários parisienses) instituiu o regime do Terror, período caracterizado por processos sumários que frequentemente resultavam na condenação à morte na guilhotina. Tais processos, na maioria das vezes, envolviam personalidades políticas opostas aos jacobinos, de modo que, em outubro de 1793, vários líderes girondinos haviam sido eliminados.
Hoje, o que estamos vendo no Brasil, em nome da Liberdade de Expressão é uma verdadeira insanidade promovida pela mídia homoafetiva. Que não se compara ao Jornal Revolucionário de Jean-Paul Marat, L'Ami du Peuple (O Amigo do Povo), em que se revelava defensor das causas populares. O Jornal on-line The Intercept, uma publicação de Esquerda, editada no Brasil pelo ativista gay Glenn Greenward, marido ou esposa, de um deputado federal do PSOL, empossado após a fuga do ex-deputado e líder LGBT Jean Wylys, um dos envolvidos supostamente na tentativa de assassinato do Presidente Jair Bolsonaro (PSL).
Ironicamente entre os que mais atacaram o Ministro Sérgio Moro estão os bandidos, corruptos, Senadores e Deputados federais do PT, juntamente com seus comparsas da Esquerda. O filhote de uma bandida, corrupta, ladra, safada e desprezível, disse que Sérgio Moro era ladrão, certamente querendo se igualar ao Ministro, já que todo ladrão pensa que os outros são ladrões. Os drogados pensam que os outros usam essas porcarias, etc.
A Mãe do Deputado Federal Glauber Braga (PSOL/RJ), a digníssima corrupta Maria da Saudade Medeiros Braga foi condenada nas penas do artigo 1º, inciso I, do Decreto-Lei n° 201/67, a 2 (dois) anos de reclusão e ao pagamento das custas processais, nos autos do processo n° 0005162-11.2010.8.19.0037, tendo sido substituída sua pena privativa de liberdade, por duas restritivas de direitos, consistente de uma prestação de serviços à comunidade pelo prazo de 2 anos, por 7 horas semanais, e a outra no pagamento de três salários mínimos a uma entidade a ser indicada pelo Juízo da 1ª Vara Criminal de Nova Friburgo. A Prefeita corrupta foi pega no flagrante e condenada, por isso o ódio do seu filho contra a justiça.
Agora me diz: tem alguma credibilidade esses cretinos da Esquerda?

domingo, 22 de outubro de 2017

URESERRA COM SUSTENTABILIDADE NA RECICLAGEM DE RESÍDUOS SÓLIDOS

A Serra produz muitos resíduos sólidos em forma de entulho. A Secretaria de Serviços, através do Secretário Guto Lorenzoni, sempre recolhe os resíduos nos bairros, através de uma empresa contratada. Esse entulho é destinado ao aterro sanitário da Marca Ambiental, a um custo elevado para o município. Tanto é verdade, que o Secretário de Serviços reiteradas vezes usou os meios de comunicação para alertar sobre as punições a que estão sujeitos empresas e pessoas que não dão a destinação correta ao entulho que geram, seja numa reforma ou construção em alvenaria. Guto Lorenzoni justifica sua preocupação na grande fatia do Orçamento Municipal que é destinada a esse serviço de coleta, além da destinação em local também pago pela prefeitura. Verbas que poderiam beneficiar a educação, saúde e segurança na Serra.
Mas existe uma forma inteligente e sustentável na destinação do entulho. Próximo à Marca Ambiental tem uma empresa chamada Ureserra, que recicla entulho de algumas construtoras de visão inovadora, até mesmo a Vale aderiu á parceria de responsabilidade socioambiental com esse empreendedor. Em breve, outras empresas de porte no município, também vão chegar ao nível de evolução na destinação sustentável de resíduos sólidos. A Prefeitura da Serra, através da Secretaria de Serviços estuda a possibilidade de aderir a essa concepção do entulho, não mais como um problema social, mas como uma fonte de renda a partir da reutilização dos diversos recicláveis que são descartadas no meio ambiente, poluindo a cidade e gerando despesas vultosas à Prefeitura. Nesse sentido já existe um projeto de outra Secretaria, envolvendo associações de coletores de recicláveis apoiadas pela Prefeitura da Serra e Fundação Banco do Brasil.
Com o apoio técnico da Prefeitura da Serra, os catadores de material reciclável do município vão receber recursos da Fundação Banco do Brasil para compra de material para suas associações, equipamentos e veículo para a realização de seus trabalhos.
O convênio para repasse destes recursos – R$ 150 mil – foi assinado na sede da Abrasol, em Planalto Serrano, no dia 28 de julho, e está beneficiando os catadores integrantes da Abrasol (Planalto Serrano), Recuperlixo (Jardim Carapina) e Amarvila (Vila Nova de Colares).
O projeto apresentado à fundação foi preparado pela diretora do Departamento de Economia Solidária e Associativismo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Rogéria Gomes Ramos, que deu assessoria técnica para as associações. “Nós apresentamos o projeto, que foi aprovado e agora as associações colhem os frutos”, explicou.
Segundo ela, com o repasse dos recursos provenientes do convênio, as associações de catadores poderão comprar, além do veículo, equipamentos como: prensa, trituradores de vidros e materiais para as suas sedes, além de computadores, louças, cadeiras e armários.
O Secretário de Serviço Guto Lorenzoni, em sintonia com o discurso do partido do Prefeito Audifax, Rede Sustentabilidade, também deseja o sucesso de empreendimentos que reutilizam ou reciclam materiais descartados no meio ambiente. Tivemos uma conversa sobre esse tema, que entrou na pauta do Blog Folha Serra.

A Ureserra além de reciclar resíduos sólidos, faz a reciclagem de vidas degradadas pela ação da violência. Seres humanos que erraram, cometeram crimes, estão cumprindo o final de suas penas e precisam dessa reinserção na sociedade. São exemplos de empreendedorismo de impactos sociais sustentáveis e positivos como esses, que dão sentido à vida. Tanto as associações de coletores de material reciclável, quanto a Ureserra merecem o reconhecimento de todos nós serranos.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015


NEURO MARKETING POLÍTICO UM CASO REAL

Nas eleições de 2012, um cliente me convidou para uma consultoria em marketing político, envolvendo pesquisas qualitativas. Era uma eleição quase impossível de ser vencida. Uma deputada, da família mais rica daquela cidade, havia contratado a melhor marqueteira política do Estado, para tocar sua campanha à prefeitura. Além de contar com apoio da máquina municipal, ela tinha as principais lideranças e quase toda classe empresarial do município.
Meu cliente era um vereador pouco conhecido, que tinha como vice um comerciante, ironizado pelas inúmeras derrotas eleitorais. Nas pesquisas qualitativas e quantitativas notamos que a deputada liderava com folga, mas tinha uma grande rejeição construída ao longo dos 20 anos que sua família dominava o poder político local.
Na pesquisa qualitativa identificamos que o vereador, de alguma forma alimentava o imaginário feminino, seja na beleza, sensualidade ou charme que elas admiravam nele. Uma espécie de “príncipe encantado disponível”. Algumas diziam: “se esse homem me der um abraço vou sair pelo bairro pedindo votos para ele”. Veio na minha mente um estudo que havia feito sobre neuro marketing a decisão inconsciente do voto. Este estudo parte das observações de Paul Maclean sobre as três camadas do cérebro.
O Cérebro “Triúnico” de Maclean é uma visão evolucionista, pensando o ser humano como resultado de uma evolução de bilhões de anos. O seu desenvolvimento se deu por uma guerra constante pela sobrevivência, primeiro contra os animais e depois contra seus semelhantes por parceiras e território. O raciocínio envolvendo estratégicas e táticas fizeram do ser humano um ser superior, com pensamento abstrato e racional. Desenvolveu a linguagem simbólica, consciência, inteligência e cultura.
Paul Maclean considerou três fases nessa evolução ao desenvolver sua teoria do cérebro “Triúnico”. Se igualando às “camadas geológicas”, o cérebro humano é composto por três camadas ou capas, três cérebros num só.
A primeira camada, paleoncéfalo ou cérebro reptiliano é a menor parte do nosso cérebro, que é responsável pelas necessidades vitais de sobrevivência e reprodução. Além do desejo sexual, controla funções essenciais: fazer a digestão, o sono, respirar ou assegurar o batimento cardíaco. Ações mecânicas e instintivas.
A segunda camada é o mesoencéfalo ou sistema límbico, comum em todos os mamíferos. Este é responsável pela proteção da prole, emoções e sentimentos. Este sistema é capaz de aprender e transformar as emoções em memória.
A terceira camada o neocórtex, é a parte maior e mais evoluída do cérebro. Surgiram então a linguagem, a consciência e o raciocínio lógico ou argumentativo. É o que distingue os humanos dos outros animais seu status de ser superior. As mulheres possuem a camada límbica mais desenvolvida por isso são mais sentimentais e românticas. Os homens possuem a camada neocórtex mais desenvolvida por isso são mais racionais, estratégicos e lógicos.
O Plano de marketing político passou, por colocar o candidato de forma muito sinestésica, abraçando e beijando o rosto das mulheres, com um delicioso perfume francês. Para criar identidade visual, andava sempre vestido do uniforme de campanha, uma camisa verde e calça jeans. Através da libido feminina ele começou a crescer entre as mulheres, que começaram a puxar outros setores do eleitorado. Se essa estratégia desse errado, paralelamente criamos também uma estrutura simbólica de Mane. O filósofo que acreditava na polarização binária do mundo, dividido em uma grande força do mal lutando contra outra enorme força do bem. Exemplos de polarizações binárias são: Deus X Diabo, Noite X Dia, Bonito X Feio, Bom X Ruim, Homem X Mulher, etc. Como havia muitos bairros completamente abandonados pelo poder público, criamos a polarização: Ricos X Abandonados. A Deputada era o candidato dos ricos e meu cliente o candidato dos abandonados. O Resultado das eleições o meu cliente foi eleito com mais de 60% dos votos.