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segunda-feira, 7 de outubro de 2019

SUBTENENTE SÉRGIO ASSIS LOPES REVERTE O GOL CONTRA DO PREFEITO JUNINHO CONTRA CARIACICA


O Diretor de Segurança da Assembleia Legislativa Sérgio de Assis Lopes, conhecido como Subtenente Assis, salvou a benção de Cariacica ao mobilizar o PSL, seu partido, contra o disque-denúncia usado no município pelo atual prefeito para amaciar a dureza da Força Nacional de Segurança do presidente da República Jair Bolsonaro, contra a bandidagem no município. Este disque-denúncia, segundo o presidente em uma live nas redes sociais, seria direcionado para receber denúncias de abusos cometidos por agentes da Força Nacional de Segurança, que atua na cidade e só favoreceria o crime.
A Polícia Militar Capixaba não é fraca, como disse o deputado Amaro Neto, a Corregedoria de Polícia no Governo Casagrande que é muito forte, conforme a visão dos Direitos Humanos da Esquerda. Os policiais trabalham acuados, temerosos por processos na Corregedoria e são obrigados a pegar leve tratando da mesma forma os bandidos e os trabalhadores, às vezes perdem a vida por esse comportamento passivo condicionado pelas regras e normas da esquerda, que são obrigados a suportar. A fala do Capitão Assumção, de que o que contem bandido é bala não encontra eco na Polícia Militar e enfurece a Corregedoria. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, o Subtenente Assis disse ter denunciado o serviço criado pelo prefeito Juninho para Bolsonaro. Pois bandido não pode ser tratado com delicadeza, amor e carinho como deseja o prefeito Juninho.
"Recentemente, estive em Brasília e aproveitei para denunciar o desserviço do prefeito de Cariacica ao criar um canal de disque-denúncias contra os policiais da Força Nacional. Mas o presidente mandou um recadinho para ele", que fez o esquerdista recuar de sua pretensão.
Por conta desta "denúncia", Bolsonaro ameaçou retirar a Força Nacional de Cariacica. O que não vai acontecer devido a mobilização do Subtenente Assis junto à Deputada Federal Soraya Manato, que tem livre acesso ao Presidente, por conta da amizade de Jair Bolsonaro com seu marido Carlos Manato, que foi candidato a governador no Estado.
“Bem, se é o que eu estou pensando, vou falar com o Moro; se começarem a denunciar policiais, a gente troca de município. Não podemos expor os nossos agentes de segurança a serem submetidos ao Disque-Denúncia, que na maioria das vezes é mentira", afirmou. No entanto, “se tiver uma avalanche de denúncias, em grande parte falsas, contra a Força, vou sugerir ao Sérgio Moro, de comum acordo, para sairmos de Cariacica. Mais de cinco mil municípios querem isso, tenho certeza disso”.
Ainda em seu vídeo, o Subtenente Assis afirmou que Cariacica precisa do programa "Em Frente Brasil" na cidade. Acusado pelo prefeito Juninho de se beneficiar politicamente das políticas sociais de Bolsonaro no município, Assis tem dito que Cariacica é muito carente com problemas que os outros municípios da Grande Vitória já resolveram, como saneamento básico e falta de calçamento em diversos bairros. Muitas crianças estão se contaminando com esgoto a céu aberto nas ruas. Mães que não podem trabalhar por falta de vagas nas escolas e creches. Não é o momento de bater de frente com Sérgio Moro e Jair Bolsonaro é o momento de unir as forças para desenvolver Cariacica, gerar empregos e aceitar as políticas sociais do governo federal para além das questões ideológicas de esquerda e direita. Não importa de onde vem ajuda se é do governo de Esquerda do Casagrande ou do Governo de Direita do Bolsonaro. O importante é ajudar o município a vencer suas dificuldades visando o povo que sofre no abandono da omissão do prefeito Juninho.
O ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro afirmou que a forma como o disque-denúncia foi divulgado perante a população soou de forma indelicada". "As falas do presidente retratam insatisfação com a colocação de uma situação como se a Força Nacional fosse uma intrusa, fosse um incômodo, como se não estivesse lá para ajudar, para proteger as pessoas. Não existe nenhum problema em se fiscalizar a ação da Força Nacional. O grande problema foi a forma como se colocou, foi indelicado”, disse Moro, durante uma visita ao Paraná. Em fim Juninho fez um gol contra.
Geraldo Luzia, o Juninho, pediu arrego sobre essa ação infeliz, se colocando à disposição para dialogar com o Governo Federal. "Nós colocamos esse mesmo canal à disposição do programa ‘Em Frente, Brasil’, do Governo Federal. Todos podem contribuir para que a gente tenha sucesso nesse programa de enfrentamento à violência”, concluiu. Mal avaliado no Município Juninho é considerado o pior prefeito do Estado.

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

UMA SÉRIE DA NETFLIX PARA QUEM DESEJA SER CANDIDATO A VEREADOR OU PREFEITO EM 2020


Ben Platt interpretando Peyton Hobart, na série The Politician da Netflix. Um jovem ambicioso vive o complexo de édipo com a mãe adotiva, numa família bilionária. Sua meta é ser presidente dos EUA, não importando os meios, que sejam justificados por essa grande finalidade. Já tinha preparado tudo até os principais assessores e a futura primeira dama. Mas antes vai ser expulso de casa e viver de música em Nova Iorque conhecendo o submundo do álcool, viajar de taxi e morar numa republica experimentando a vida pobre nova-iorquina. Até que reacende o sonho de ser presidente rejuntando todas as peças do quebra cabeça simbólico, psicanalítico lacaniano.
Por ser a primeira série de Ryan Murphy na NetflixThe Politician, vai ter que mostrar a essência de sua obra. Como não poderia deixar de ser, seguindo uma tradição da Netflix o personagem principal vive uma fantasia gay no plano do imaginário, nomeada numa cadeia simbólica, onde os significantes fluem qual cachoeira num diálogo insano com o amigo imaginário que havia se suicidado. Como diria Lacan, a estruturação dos significados nessa cadeia simbólica, fica por conta da nossa imaginação, comprovada na fala do protagonista: “o real é a verdade que você acredita”. A morte do adversário e quase namorado impõe outra situação na disputa com esse bissexual pelo Grêmio Estudantil, quando a namorada do falecido assume a chapa adversária. Peyton influenciado por sua namorada e uma amiga acaba conspirando com a lésbica que era vice na outra chapa, após sua titular fingir um sequestro para viver uma temporada de muito sexo em Nova Iorque, com um cara pobre e marginalizado.
Showrunner mais poderoso (e prolífico) do momento, Murphy tem em seu currículo séries bem sucedidas e díspares quanto GleeAmerican Horror StoryPoseAmerican Crime StoryFeud: Bette and Joan e Nip/TuckThe Politician é uma mistura de tudo isso. “Ryan queria que essa série mostrasse ao público a essência de sua obra”, diz o protagonista da trama, Ben Platt, em passagem por São Paulo para promover The Politician.
Várias realidades paralelas desnudam os fragmentos do real em pleno contraste entre riqueza extrema e pobreza absoluta, mostrando as mobilidades possíveis de ambas no plano do Sonho Americano de poder e prosperidade capitalista. A mãe adotiva rica despreza os filhos gêmeos do marido bilionário para se dedicar quase que exclusivamente ao filho adotivo, que era mais próximo de seu passado de moça pobre, que se casou com homem rico por interesse. Embora tivesse acesso à fortuna de sua família adotiva, Peyton Hobart queria chegar à Universidade de Harvard por méritos próprios sem se valer de sua fortuna. Queria ser presidente dos EUA sem macular sua imagem com práticas que pudessem ser reveladas no futuro destruindo seus sonhos. Enfim, essa séria parece mais um curso de marketing político para iniciantes. Vale a pena ser vista para quem deseja ser candidato a prefeito ou vereador no ano que vem.