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segunda-feira, 22 de julho de 2019

CRIMES CONTRA A LAVA JATO E SÉRGIO MORO PARA LIVRAR LULA DA CADEIA


Essa matéria foi copiada do Blog Agora Paraná. O link se encontra no final da página. Estou reproduzindo no meu blog devido à gravidade dessa denúncia para a Democracia e Soberania da nossa Nação.  
A trilha do Hacker do Intercept Brasil nos levou ao inferno do The Intercept Brasil, a parte mais obscura da internet, mesmo local onde terroristas nesta semana ameaçaram de morte o presidente Jair Bolsonaro e a Ministra Damares Alves. Mais do que isso, fizemos a trilha. Uma fonte que não será revelada neste momento nos deu o mapa e os caminhos percorridos pelo hacker do Intercept e vamos mostrar passo a passo para você. O objetivo desta reportagem não é buscar um furo jornalístico, apenas trazer a verdade até porque essa informação está em um ambiente público no site The Intercept, mas revela, de forma inequívoca, que Greenwald tem pronta uma plataforma criminosa, seria semelhante a ser o motorista do carro de um assalto a banco.
Greenwald mantém um site secreto na Deeb Web e um manual de como cometer crimes. Pior, ele ensina com detalhes como não ser pego por agentes e cometer vazamentos de documentos públicos, dessa forma, se torna cúmplice de um dos crimes virtuais mais emblemáticos da história do Brasil. O ambiente rasteiro do Intercept não deixa rastros. O jornalista tem o sigilo da fonte, mas não pode se envolver nos crimes e neste caso, Greenwald é parte dele. Há um mês investigando os crimes explícitos do site The Intercept Brasil e de Glenn Greenwald, depois de gravar os jornalistas do site na cafeteria Starbucks em São Paulo, furar o bloqueio no Senado, de forma legal, e gravar Greenwald e seu marido David Miranda após a sabatina em Brasília e obter a confissão em que o fundador do site admite a veracidade dos áudios gravados em que Leandro Demori, editor executivo, admite a adulteração dos diálogos de Moro e de membros da Lava jato, a reportagem fez o caminho do Hacker e descobriu um ambiente perigoso, que passa distante do jornalismo, mas se utiliza-se dele para cometer crimes em parceria com bandidos, que podem se identificar apenas com codinomes.
Foi por lá que o Hacker do Intercept enviou os dados roubados de Moro e da Lava Jato. Leandro Demori, editor executivo do site, já admitiu a participação de um hacker. Sem saber que estava sendo gravado, ele disse para uma colega “O hacker não veio hoje”, em uma redação improvisada na Starbucks do Anhembi no dia 28 de junho. O jornalista Oswaldo Eustáquio, que assina esta coluna, mergulhou no inferno virtual mantido pelo Intercept na Deep Web e percorreu o caminho do hacker. "O endereço secreto onde pode ser executado o manual de crimes editado pelo Intercept é este: http://intrcept32ncblef.onion/?l=pt_BR Qualquer pessoa pode ter acesso ao inferno do Intercept, mas eles avisam que seu endereço ficará registrado e dão dicas de como cometer crimes de vazamentos. Eles orientam o criminoso a se dirigir a uma cafeteria e baixar no computador um navegador que esconde o endereço IP da máquina, o Thor. Veja um trecho do inferno do Intercept: “Conecte o seu computador pessoal a uma rede Wi-Fi que não esteja associada a você ou a seu empregador, como em uma cafeteria, por exemplo. Baixe o Navegador Tor. (O Tor permite que você fique on-line sem revelar seu endereço IP aos "sites que você visita.) Dentro do Tor, acesse o nosso servidor com SecureDrop no endereço http://intrcept32ncblef.onion/?l=pt_BR. Este é um tipo especial de URL que só funciona no Tor. (Importante: não digite essa URL em um navegador que não seja Tor. Ela não funcionará – e sua tentativa ficará registrada.) Então, siga as instruções para enviar sua mensagem ou fazer o upload de documentos. ”
Greenwald orienta que o crime não pode deixar rastros. O site fundado pelo americano diz ainda que o produto do crime pode ser enviado pelo correio, mas alerta que investigadores podem seguir os rastros. Veja.
Lembre-se que, analisando os pacotes, investigadores podem ter acesso a evidências sobre sua identidade, como amostras de sua letra ou até mesmo suas impressões digitais, antes que seu pacote chegue até nós.
A partir deste fio de novelo, descobrimos também com provas irrefutáveis, que Greenwald é cúmplice deste hacker, pois mantém um manual ensinando como cometer crimes no Brasil e vazar as informações através de um ambiente hostil, pirata, a Deep Web, mesmo ambiente onde reina a pedofilia, venda ilegal de armas de fogo e os crimes mais bizarros da história da humanidade.
O cerco está apertando para Glenn Greenwald, do The Intercept Brasil. Após seis semanas de crime em curso, se utilizando de mensagens roubadas por um hacker que invadiu dados do Ministro da Justiça da República Federativa do Brasil, Sérgio Moro e de membros do Ministério Público Federal, a reportagem realizada em parceria pelo portal Renews, República de Curitiba e Agora Paraná, comandada pelo jornalista Oswaldo Eustáquio, que assina está coluna, fez o caminho do hacker da Intercept Brasil.
O manual do crime, confira na íntegra como Greenwald ensina como vazar documentos e dá ferramentas para isso. Um dos princípios fundadores do Intercept é que a denúncia é vital para responsabilizar instituições de poder. O começo da nossa história está, em parte, relacionado às revelações feitas por Edward Snowden sobre espionagem digital ao redor do mundo. Por isso, estamos muito comprometidos com a publicação de reportagens baseadas em informações confidenciais, relevantes e de interesse público.
Então, tanto no setor público quanto no privado, se você ficar sabendo de qualquer comportamento que acredita ser antiético, ilegal ou prejudicial ao interesse público, considere compartilhar suas informações conosco de forma segura. Nossos repórteres trabalham junto com especialistas em segurança digital e advogados para minimizar o risco de exposição nas apurações mais sensíveis. Se você quer nos contar algo ou nos enviar algum tipo de documento ou informação, siga as nossas orientações para se comunicar de forma segura com os repórteres do Intercept. O canal a ser usado depende de suas circunstâncias pessoais, do tipo de informação a ser compartilhada e do nível de risco envolvido.
Confira na íntegra, o manual do crime produzido pelo Intercept.
Se você deseja se comunicar conosco de maneira anônima, pode usar um canal chamado SecureDrop. Com esse servidor, é possível enviar mensagens ou materiais confidenciais para nossos repórteres sem revelar a sua identidade, e nós podemos responder os seus contatos. Como os metadados de nossa correspondência – informações sobre remetente e destinatário e horários das mensagens – não estão disponíveis para terceiros, esse canal é muito seguro.
Veja como usar:
Conecte o seu computador pessoal a uma rede Wi-Fi que não esteja associada a você ou a seu empregador, como em uma cafeteria, por exemplo. Baixe o Navegador Tor. (O Tor permite que você fique on-line sem revelar seu endereço IP aos sites que você visita.)
Dentro do Tor, acesse o nosso servidor com SecureDrop no endereço http://intrcept32ncblef.onion/?l=pt_BR. Este é um tipo especial de URL que só funciona no Tor. (Importante: não digite essa URL em um navegador que não seja Tor. Ela não funcionará e sua tentativa ficará registrada.) Então, siga as instruções para enviar sua mensagem ou fazer o upload de documentos.
Abra o Signal e toque no ícone da caneta (no canto superior direito no iPhone, e na parte inferior direita no Android) para iniciar uma nova mensagem. Digite nosso número de telefone — (21) 97672-8175 — na caixa de pesquisa. Em seguida você pode nos enviar uma mensagem criptografada via Signal. É bom que você tome alguns cuidados – por exemplo, deixar o seu telefone sempre bloqueado e configurar o Signal para não exibir o conteúdo das mensagens na tela inicial. Neste guia tem outras dicas para garantir a sua segurança enquanto usar o aplicativo.
Se você usar seu celular para nos enviar uma mensagem ou nos ligar pelo Signal, nós saberemos seu número de telefone. É sempre melhor para o nosso processo de reportagem saber a identidade da fonte, mas podemos mantê-la confidencial. O Signal também saberá que você nos contatou, mas esses metadados não ficam registrados. Você também pode usar o mesmo número para entrar em contato via WhatsApp, mas a nossa indicação é o Signal.
E-MAIL:
Se você não tem motivos para se preocupar em revelar sua identidade, pode entrar em contato com nossos jornalistas por e-mail. Isso pode ser feito individualmente ou no e-mail dicas@theintercept.com. Se desejar, você também pode enviar seu e-mail usando criptografia PGP (o e-mail e a chave pública PGP de cada jornalista é informada na página de perfil da equipe – mas tenha em mente que ainda haverá metadados, porque seu servidor de e-mail registrará a troca.
CORREIO:
Se você não quiser se comunicar conosco de forma recíproca, pode optar por nos enviar suas informações pelos Correios. Lembre-se, no entanto, que os Correios têm acesso a tudo que é enviado. Por isso, procure fazer a postagem em uma caixa de coleta disposta em local público dos Correios ou a partir de uma agência que não seja próxima de sua casa ou do seu trabalho. Faça o envio na modalidade Carta Simples, que não exige a identificação do remetente. Lembre-se que, analisando os pacotes, investigadores podem ter acesso a evidências sobre sua identidade, como amostras de sua letra ou até mesmo suas impressões digitais, antes que seu pacote chegue até nós.
Além disso, informações contidas em papéis impressos também podem revelar a origem deles (algumas impressoras imprimem pontos de rastreamento justamente para ajudar a identificar a origem dos documentos). Envie cartas ou pacotes para:
Caixa Postal 15.120 Rua das Marrecas, 48 Centro, Rio de Janeiro, RJ CEP: 20031-120.

quinta-feira, 4 de julho de 2019

The Intercept do ativista gay Glenn Greenward e seu comparsa Glauber Braga do PSOL juntos contra a Lava Jato


A Revolução Francesa de 1789, data que marca início da Idade Contemporânea foi de onde veio o termo Direita e Esquerda, dois polos em debate na política brasileira em torno da guerra contra a Lava Jato e o Ministro Sérgio Moro, humilhado por corruptos no Congresso Nacional.
Na França a luta era contra o Antigo Regime, que representava a velha ordem, uma sociedade com enormes privilégios aos membros da Igreja e a nobreza, que era dividida em estamentos ou grupos sociais fechados, onde cada um deveria viver conforme as normas de seu grupo. O povo, aqui representado pelos camponeses, os artesões e os comerciantes, que eram habitantes dos Burgos, periferia fora das muralhas protegidas da cidade, pagava o banquete. Os três Estados, como ficou conhecido foi a união da Igreja e da Nobreza sustentados pelo povo através dos impostos. Na medida em que os burgueses foram acumulando capital, passaram a demandar poder político defendendo a liberdade, o direito à livre expressão de ideias, e a igualdade entre os homens. No plano da livre iniciativa defendiam a redução do controle do estado sobre a produção e exportação com o lema: “deixa fazer, deixa passar”. A redução do Estado ao mínimo tem aqui sua gênese.
Os intelectuais dessa esquerda revolucionária fundaram jornais, onde formavam uma nova opinião em torno da desconstrução desse sistema político injusto. O Boca de Ferro foi um desses jornais, que manipulou as massas em função da rejeição à monarquia e o clero. Direita e Esquerda representavam o espaço físico e ideológico dos Girondinos e Jacobinos.
Na Convenção (1792 - 1795), os girondinos, foram instalados do lado direito do plenário junto ao grupo da Montanha, composto de 24 deputados de Paris e outros. Na esquerda ficaram os jacobinos, que eram pequeno-burgueses ainda muito ligados às suas origens rurais e pobres, pouco cultos, com pensamentos políticos e sociais radicais (queriam o extermínio dos nobres) e sua aristocracia. Em um clima dominado pela guerra civil, Robespierre, da Esquerda, com apoio dos sans-culottes (proletários parisienses) instituiu o regime do Terror, período caracterizado por processos sumários que frequentemente resultavam na condenação à morte na guilhotina. Tais processos, na maioria das vezes, envolviam personalidades políticas opostas aos jacobinos, de modo que, em outubro de 1793, vários líderes girondinos haviam sido eliminados.
Hoje, o que estamos vendo no Brasil, em nome da Liberdade de Expressão é uma verdadeira insanidade promovida pela mídia homoafetiva. Que não se compara ao Jornal Revolucionário de Jean-Paul Marat, L'Ami du Peuple (O Amigo do Povo), em que se revelava defensor das causas populares. O Jornal on-line The Intercept, uma publicação de Esquerda, editada no Brasil pelo ativista gay Glenn Greenward, marido ou esposa, de um deputado federal do PSOL, empossado após a fuga do ex-deputado e líder LGBT Jean Wylys, um dos envolvidos supostamente na tentativa de assassinato do Presidente Jair Bolsonaro (PSL).
Ironicamente entre os que mais atacaram o Ministro Sérgio Moro estão os bandidos, corruptos, Senadores e Deputados federais do PT, juntamente com seus comparsas da Esquerda. O filhote de uma bandida, corrupta, ladra, safada e desprezível, disse que Sérgio Moro era ladrão, certamente querendo se igualar ao Ministro, já que todo ladrão pensa que os outros são ladrões. Os drogados pensam que os outros usam essas porcarias, etc.
A Mãe do Deputado Federal Glauber Braga (PSOL/RJ), a digníssima corrupta Maria da Saudade Medeiros Braga foi condenada nas penas do artigo 1º, inciso I, do Decreto-Lei n° 201/67, a 2 (dois) anos de reclusão e ao pagamento das custas processais, nos autos do processo n° 0005162-11.2010.8.19.0037, tendo sido substituída sua pena privativa de liberdade, por duas restritivas de direitos, consistente de uma prestação de serviços à comunidade pelo prazo de 2 anos, por 7 horas semanais, e a outra no pagamento de três salários mínimos a uma entidade a ser indicada pelo Juízo da 1ª Vara Criminal de Nova Friburgo. A Prefeita corrupta foi pega no flagrante e condenada, por isso o ódio do seu filho contra a justiça.
Agora me diz: tem alguma credibilidade esses cretinos da Esquerda?